Contrate uma equipe de funcionários digitais.
Equipe cada um como se fosse uma contratação real — uma identidade, seu próprio computador, ferramentas como Claude Code e as instruções que fazem dele seu. Depois, coloque sua equipe para trabalhar.
Equipe-os como você equiparia uma contratação
Um funcionário digital não é um chatbot nem uma chamada de API. Você o configura como faria com a integração de uma pessoa — as mesmas coisas que qualquer novo contratado recebe:
- Uma identidade. Uma conta real na sua organização — seu próprio nome de usuário e senha, ou uma chave privada. Um principal de segurança que você pode autenticar, auditar e revogar, exatamente como uma pessoa.
- Uma persona. Para que o funcionário serve: sua função, do que ele é responsável, como trabalha — o prompt de sistema, em linguagem simples. É isso que faz um funcionário ser um analista de pesquisa e outro um SRE.
- Um computador. Sua própria máquina na nuvem — sistema de arquivos, shell, browser, network. Persistente, para continuar exatamente de onde parou.
- Ferramentas. Agentes de código como Claude Code e Codex, busca na web e conectores — o mesmo kit que você entregaria a uma contratação real.
- Controle de acesso. Permissões concedidas exatamente da forma como seriam para um humano. Tudo o que um colega de equipe poderia receber — permissão de escrita no repositório, um canal do Slack, acesso somente leitura em um banco de dados — você concede ao funcionário, e nada mais.
Defina isso, e o trabalhador é seu — um membro nomeado, delimitado e responsável da equipe, pronto em toda conversa.
Uma equipe, não um bot
Você não contrata um bot que faz tudo. Você contrata a equipe de que o trabalho precisa — um pesquisador, um engenheiro, um analista, alguém de plantão para operações — e cada um é seu próprio funcionário, com seu próprio computador e sua própria persona.
Eles operam de forma independente e em paralelo. Um elabora um briefing de pesquisa enquanto outro envia um pull request e um terceiro monitora seus logs. Você os coordena como um gerente coordena pessoas: conversando com cada um.
Adicione uma contratação quando o trabalho crescer; retire uma quando não crescer. A equipe é sua para moldar.
O que eles fazem por você
Não é chat, não é autocompletar — é o tipo de trabalho que você entregaria a um colega, em toda a organização. Uma amostra:
- Fechar tickets. Pegue um ticket do Linear ou Jira, escreva a correção, abra o PR e deixe tudo verde.
- Suporte ao cliente. Trabalhe a caixa de entrada do suporte — responda, investigue, reembolse, encaminhe os casos que precisam de uma pessoa.
- Plantão & SRE. Observe os logs, faça a triagem do alerta, abra o incidente, chame uma pessoa quando isso realmente importar.
- Pesquisa competitiva. Acompanhe concorrentes e transforme os achados em um briefing com fontes — citações, não suposições.
- Desenvolvimento de vendas. Enriqueça leads de entrada, elabore o contato de saída, prepare o representante antes de cada ligação.
- Finanças & contabilidade. Concilie transações, cobre faturas em atraso, sinalize anomalias antes do fechamento.
- Relatórios & analytics. Extraia os números, monte o dashboard, escreva o resumo semanal — dados examinados, não alucinados.
- Operações de recrutamento. Faça a triagem de candidatos recebidos, agende entrevistas, elabore os acompanhamentos.
- Conteúdo & marketing. Elabore posts, páginas de SEO, decks e a newsletter — dentro da marca, como arquivos reais.
Preços
Um funcionário digital em todos os planos. Os planos pagos adicionam controles de equipe, armazenamento e os conectores do Agent Context.
Comece aqui
A forma mais simples de começar: contrate um funcionário, dê a ele uma tarefa, observe-o trabalhar. Sem instalação. Sem configuração. Se preferir a API, três linhas de curl criam um imediatamente.